Ser especialista agora é público — e checável.
A Resolução CFF nº 12/2026 criou a consulta pública nacional do RQE, e qualquer pessoa pode confirmar se um farmacêutico tem especialidade registrada.
A consulta mostra o nome do profissional, o número e o CRF de vinculação, a especialidade, o número do RQE, a data de concessão, além da situação do registro — ativo, inativo, suspenso, cancelado ou anulado.
Seu CPF, porém, fica de fora: ele até pode ser usado internamente para evitar duplicidade, mas é proibido como chave de busca na consulta pública, em respeito à LGPD.
Na prática, isto significa transparência de verdade: protege quem tem o título de fato e complica quem se apresenta como "especialista" sem registro.
Murilo Médici Baptista – OAB/SP: 459.280